
A sessão virtual do Supremo Tribunal Federal (STF), que analisou o pedido de habeas corpus do ex-jogador Robinho, chegou ao fim com o placar de 9 votos a 2 contra a soltura. Robinho cumpre pena desde março deste ano na Penitenciária II de Tremembé, no interior de São Paulo, após o Superior Tribunal de Justiça (STJ) homologar a sentença imposta pela Justiça italiana, que o condenou por envolvimento no estupro coletivo contra uma mulher albanesa em uma boate em Milão, em 2013.
A decisão foi consolidada na última sexta-feira (24), quando o ministro Alexandre de Moraes acompanhou o relator do caso, Luiz Fux, posicionando-se contra a soltura. Outros ministros que já tiveram manifestados votos contrários foram Edson Fachin, Luís Roberto Barroso, Cristiano Zanin e Cármen Lúcia, formando a maioria necessária.
Na ocasião, apenas Gilmar Mendes votou a favor da soltura de Robinho. Posteriormente, Dias Toffoli também acompanhou o posicionamento de Mendes, encerrando o julgamento com dois votos divergentes.
O resultado representa mais um capítulo no caso de grande repercussão internacional, reforçando a decisão de responsabilizar o ex-jogador no Brasil pelo crime de violação em solo italiano.
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