
O estado de São Paulo confirmou 347 casos de leptospirose entre janeiro e agosto de 2026, segundo dados da Secretaria de Estado da Saúde (SES-SP) . Em 2025, foram registrados 451 casos ao longo de todo o ano. As regionais de vigilância com mais registros em 2026 são São Paulo, com 93 casos; Mogi das Cruzes e Campinas, com 34 cada; e Santos, com 33.
A leptospirose é causada por bactérias presentes na urina de animais infectados, principalmente ratos. A transmissão pode ocorrer quando água ou lama contaminadas entram em contato com ferimentos, mucosas ou com a pele exposta por um período prolongado.
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Nos casos graves, a doença pode causar pele e olhos amarelados, insuficiência renal, hemorragias e dificuldade para respirar.
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Para reduzir o risco de infecção, a orientação é evitar água e lama de enchentes. Se o contato for inevitável, é importante usar botas e luvas impermeáveis e proteger cortes e arranhões. Manter o lixo bem acondicionado, armazenar os alimentos corretamente e limpar e vedar caixas-d’água também ajuda a evitar a presença de roedores.
Quem apresentar sintomas após contato com água ou lama de enchente deve procurar uma unidade de saúde e informar essa exposição durante o atendimento.
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