Segunda, 21 de Setembro de 2026
16°C 29°C
Mantenópolis, ES
Publicidade

Epamig recomenda técnicas de prevenção e controle da mastite no período chuvoso

Doença, que atinge glândula mamária de bovinos, é um dos grandes desafios para os produtores de leite

07/02/2025 às 12h47
Por: suporte Fonte: Secom Minas Gerais
Compartilhe:
Erasmo Pereira / Epamig
Erasmo Pereira / Epamig

A mastite é um dos principais desafios enfrentados pelos produtores de leite, especialmente no período chuvoso. A doença, que provoca a inflamação das glândulas mamárias, compromete não só a saúde das vacas, como também a qualidade do leite, causando prejuízos econômicos. 

“Durante o período chuvoso, os bovinos ficam mais vulneráveis, por estarem mais tempo em contato com lama e fezes. O excesso de umidade é propício para a proliferação de bactérias que entram pelos tetos da vaca e provocam o processo infeccioso”, explica o pesquisador da Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais (Epamig) , Daniel Sobreira Rodrigues.

Com o intuito de alertar sobre a prevenção e o controle da mastite, Daniel e as graduandas do curso de Medicina Veterinária do Centro Universitário de Sete Lagoas (Unifemm) Gabrielle Gonçalves e Leide Dayane Guimarães, listam algumas práticas preventivas para minimizar a infestação. Dentre as recomendações estão a limpeza e higiene das instalações e dos equipamentos.

“Manter as instalações secas e ventiladas ajuda a minimizar o estresse e a proliferação de patógenos e pragas. Além disso, é fundamental garantir a limpeza e a manutenção das máquinas de ordenha. A imersão dos tetos em solução antisséptica antes (pré-dipping) e após a ordenha (pós-dipping) é essencial para evitar infecções”, aponta o pesquisador.  

Erasmo Pereira / Epamig
Erasmo Pereira / Epamig

Tipos e identificação

A mastite apresenta dois tipos principais: a clínica, caracterizada por sintomas visíveis, como edema no úbere, endurecimento dos tetos, presença de grumos, pus e sangue no leite; e a subclínica que não tem sintomas claros, mas afeta a composição, a produção e a qualidade do leite.

É importante que os responsáveis pela ordenha estejam capacitados para identificar precocemente os sinais da doença e adotar medidas preventivas. O diagnóstico da mastite clínica pode ser feito pelo descarte dos primeiros jatos de leite em uma caneca de fundo preto telado para a verificação dos grumos.

A partir do diagnóstico é possível empregar estratégias como a linha de ordenha, que estabelece uma sequência de modo a evitar que animais com mastite contaminem os sadios. A ordem seria: vacas que não possuem mastite (primíparas), vacas que nunca tiveram a doença (multíparas), vacas curadas, vacas com mastite subclínica e, ao final, aquelas com mastite clínica.

* O conteúdo de cada comentário é de responsabilidade de quem realizá-lo. Nos reservamos ao direito de reprovar ou eliminar comentários em desacordo com o propósito do site ou que contenham palavras ofensivas.
Mantenópolis, ES
22°
Parcialmente nublado

Mín. 16° Máx. 29°

22° Sensação
3.59km/h Vento
59% Umidade
0% (0mm) Chance de chuva
05h35 Nascer do sol
05h40 Pôr do sol
Ter 32° 17°
Qua 30° 18°
Qui 30° 19°
Sex 32° 19°
Sáb 34° 20°
Atualizado às 20h09
Publicidade
Anúncio
Publicidade
Economia
Dólar
R$ 5,11 -0,02%
Euro
R$ 5,86 -0,06%
Peso Argentino
R$ 0,00 +0,00%
Bitcoin
R$ 463,736,88 -1,15%
Ibovespa
186,595,60 pts 0.74%
Publicidade
Anúncio
Publicidade
Anúncio
Publicidade
Anúncio
Publicidade
Anúncio